[RP Maestria] Lanna Snow

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[RP Maestria] Lanna Snow

Mensagem por Lanna Snow em Seg Jul 07, 2014 12:43 pm

Título da RP: Bastard Troubles
Local em que a RP se passa: Vila Nortenha
Oficio: Nenhum
Tipo de Maestria Evoluída: ( ) Pericia   (X) Atributo
Especificação de Atributo ou Pericia: Atributo Mental - Conhecimento
Tipo de RP: ( ) Individual    (X) Coletiva
Eagon Stark & Lanna Snow
Data:07/07/2014
Clima: Nublado, com chuva leve.
Notas: Primeira RP de Lanna!Nesse primeiro arco pretendo apenas aumentar as habilidades da personagem, bem como iniciar sua história dentro da trama principal.
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Lanna Snow
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Re: [RP Maestria] Lanna Snow

Mensagem por Lanna Snow em Seg Jul 07, 2014 9:06 pm

Bastard Troubles
...Where have you been?

Céu Nublado, com tímida garoa inconstante
Taberna de Tom mãos bobas
Partner with Eagon Stark


Eu estava sentada em um trono de ouro puro, cravejado de pedras reluzentes e repleto de inscritos em alto relevo. Observei o homem a minha frente, usando nada mais que um par de botas de couro sujo e uma máscara falsa de timidez. Como era agradável sentir aquele cheiro doce exalando de seu corpo suado, marcado pelas curvas e músculos rijos de anos e anos em batalhas. Poderia ficar ali por mais algum tempo se a sede não me fizesse lembrar do copo de vinho em minhas mãos. Levei a taça de prata aos lábios, degustando vagarosamente os nuances daquela bebida exótica. Uva, mel e um pouco de álcool. Uva, mel e...

  A caneca de madeira chocou-se violentamente contra a superficie da mesa, arremessando uma inesperada chuva de cerveja marrom sobre meu decote.

"Mais cerveja mulher, ou precisarei afundar minhas mãos nesse belo par de tetas..."-gritou um velho gordo, cheirando a mijo e qualquer outro tipo de coisa estragada. Pestanejei algumas vezes para assimilar a reação mas tudo que pude perceber era que o maldito cliente havia perdido todos seus dentes, sendo substituídos por uma massa negra de podridão que lhe cobria toda aquela gengiva amarela.

"Mas é claro que..."-parei com a mesma intensidade que havia começado, percebendo que minha língua atiçada poderia me trair perante aos olhos de Tom mãos bobas. Levei o pedaço de pano aos seios, enxugando-os. "Me desculpe senhor. Volto em breve com sua...cerveja."

Naquele ponto, toda clientela de bêbados e mendigos seguia-me com os olhos (não exatamente pelo ocorrido mas achei que fosse interessante comentar de qualquer maneira). Geralmente a taberna era frequentada pelos chefes de família, fartos de suas rotinas precárias e de suas mulheres feias. É claro que nunca havia oferecido mais que meus serviços naquele estabelecimento, tratando sempre de entregas as inúmeras canecas de vinho e limpar delicadamente as mesas.

"Limpe com mais delicadeza!"-disse Tom certo dia, provavelmente reparando que meu traseiro não balançava o suficiente.

  O dia parecia extremamente nublado, até mesmo para o norte. Já se passara algum tempo após  o desjejum e mesmo assim não se podia ver a belíssima luz do sol aquecer nossa vila. Joguei as canecas sobre uma mesa abarrotada de garrafas e levei duas galinhas assadas para os irmãos gêmeos Jewkins antes de servir o primeiro cliente da caneca de madeira, gritando seus desaforos para Tom do outro lado da taberna.

"Peitos não fazem o serviço direito, se quer saber..."-ele gritava, vermelho pela bebida e sujo por natureza. Aproximei-me lentamente daquele tipo obscuro de...

"O que é isso?"-exprimiu o velho, cuspinho enquanto as palavras saiam. "O que pensa que está me servindo, sua puta?"

Girei o rosto para a bancada de bebidas e só então percebi que havia enchido a caneca do gordo com a paupérrima garrafa de vinagre. 'Enfiarei essa caneca garganta abaixo, asqueroso!'-pensei comigo mesmo, mas manter a língua atrás dos dentes parecia cada vez mais difícil. Tom se erguera de prontidão, as sobrancelhas unidas em uma verruga entre os olhos e o semblante fechado. Uma piscadela foi o suficiente para o dono do estabelecimento entender minha reação. Girei para aquele monte de manteiga, estalando os lábios conforme andava vagarosamente em sua direção e sentei em seu colo. Duas, três ou quatro palavras foram o suficente para deixá-lo calmo feito um bebê. Um bebê gordo e de pau pequeno.
 
Mas alguém avançava pela porta dupla de madeira: belo como meus olhos nunca haviam visto, corado pelo frio intenso e coberto por um tipo de roupa tipicamente nortenha. Seus olhos brilharam em direção aos meus. Desviei, voltando aos meus serviços enquanto vez ou outra, espiava pelo canto dos olhos o homem de sotaque engraçado e corpo...

"Uva, mel e álcool..."-cantarolei, dando meia volta.



Bloco de Notas: Criança, post não revisado - sabe como ando sem tempo! Mas ao menos é um começo, não? rs. Fique a vontade para interagir!
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